Aprender a Ser
Este espaço foi criado para compartilhar minhas experiências educacionais no Curso de Pedagogia-UAB-UFPel no Pólo de Hulha Negra. Aqui espero proporcionar um ambiente descontraído, compartilhar minhas descobertas, anseios e progressos. Sintam-se a vontade de comentar e participar. Dê sua Contribuição! Super Beijo! Michela Fontoura
10 de set. de 2013
6 de ago. de 2013
30 de jul. de 2013
18 de jul. de 2013
Olá Minha Gente, vários pontos do texto me chamaram atenção, mas acho desnecessário ficar citando-os porque as colegas já os citaram, ,mas vou deixar minha contribuição.
Nosso papel como educadores tem o objetivo de qualificar a vida do educando não apenas os induzindo a decorar informações sem as entender e sim provocando-os e convidando-os a fazerem parte da sua educação relacionando o que aprendem com seus conhecimentos, sendo autores da sua educação.
É de suma importância, o saber popular que os sujeitos já possuem, como ponto de partida para iniciar um processo de aprendizagem a partir desses saberes, e isso se tornará importante para o educando pois estaremos fazendo ele sentir que também tem algo a compartilhar, isso aumenta a estima pessoal.
Eu acredito que os professores tem a missão de fazer com que o aluno deseje aprender algo, é um desafio, mas temos que ter olhar aguçado para perceber as necessidades dos educandos, daí a importância de conhecer aluno/escola/família/entorno, e o modo como esse aluno vive e se relaciona nesses lugares.
Com relação as linguagens, pra mim é algo novo e muito interessante, quero estudar mais a respeito para poder reconhecê-las , valorizar e compreender.
Outra coisa que me chamou atenção é a diferença entre língua (conjunto de regras e palavras que se combinam) e linguagem(um meio sistemático de expressões, ideias e sentimentos, com uso de marcas, sinais e gestos), é bem definida.
Então, também muito interessante que até a forma de a criança brincar, em um ato de prazer, acontecendo como algo desinteressado gera emoções e aprendizados muito importantes na criança. Pude perceber que o desenvolvimento do lado lúdico proporciona desenvolvimento do potencial de criatividade da criança , relacionando com suas relações pessoais, o aprendizado acontece sem mesmo ser percebido.
12 de jul. de 2013
Todos os usuários deste site
O que pude perceber está escrito nessa pintura acima,
precisamos aguçar nossos olhos e ver através da moldura, além das aparências.
É muito gratificante quando conseguimos desmistificar e entender as relações
para que possamos a partir daí construir nossa história,
pois somos os principais atores dela.
É muito gostoso, sentar ao lado dos funcionários da escola e "ter o poder"
de acender o sonho deles de cursar universidade, de saber seus sonhos,
de ver seus olhos brilhando e ao final da conversa,
ainda agradecer e dizerem que voltássemos para "bater um papo".
A cada dia sinto no meu coração que a pesquisa é a coroa de ouro
do nosso curso de Pedagogia, e me orgulho de estar fazendo parte dessa história, deste presente,
que é um "presente", para minha vida!
Abraço!
Michela Fontoura
28 de jun. de 2013
Sistematização de Experiências
Neste
Eixo tivemos a oportunidade de aprofundar nossa pesquisa do entorno
escolar, observando a organização das famílias e a vivência das
suas atividades cotidianas o que produzem, como se relacionam com
vizinhos, amigos e familiares. Procuramos entender também o
entorno escolar, os aspectos históricos, políticos , econômicos e
culturais.
Procuramos
dar uma atenção maior às expressões usadas pelos sujeitos comuns
ao local que vivem.
Tivemos
também a oportunidade de visitar o diretor da escola e a professora
da 1ª série a qual consolidamos nossa parceria.
Explicamos
que de primeiro momento iremos firmar uma parceria com a família,
criaremos esse vínculo de amizade e respeito, e que ainda não
entraremos na sala de aula.
Ao pensar em
mim para entender o outro, pude dar uma relembrada em minha
história de vida, e quando a gente começa a estudar, a ler algo
que nos remeta a alguns acontecimentos, faz nos refletir sobre
acontecimentos que passaram na nossa vida. Na verdade creio que tudo
se repete, não igual mas de forma parecida, os valores, as
atitudes, como diz em uma música da Eliz Regina(...) Ainda somos os
mesmos e vivemos como nossos pais.”
Podemos não
ser iguais, mas refletimos o que aprendemos na nossa infância,
acabamos repetindo as vezes não em sua totalidade com nossos filhos
determinadas atitudes e acabamos por repetir também atitudes que a
gente quando era jovem não suportava, mas que hoje vemos o quanto
eram importantes.
“Eu
queria ser um pássaro
Para
voar com liberdade
Para
não amar a escravidão
E
voar alto
Como
andar no chão”
(Michela)
O
Mapa do Entorno
Quanto
ao contato com as famílias parceiras, é muito gratificante quando
conseguimos alcançar nossos objetivos de fortalecer os vínculos,
creio que a parceria, deve se tornar algo natural sem perguntas e
respostas predefinidas
que
os assuntos devam fluir livremente a partir do momento que os
vínculos se fortalecem, que possamos despertar a curiosidade dos
sujeitos, despertar neles o senso crítico e a vontade de mudar sua
realidade.
A
investigação-ação emancipatória nos permite a liberdade de ser
os sujeitos das mudanças que queremos.A educação libertadora só
existirá mediante a investigação, a troca de conhecimentos ela é
colaborativa, ambos vão a construir juntos.
É importante ressaltar que deve
haver confiança e ética nestes relacionamentos, também muita
transparência, pois não pode haver investigação-ação sem uma
fidelidade ética entre ambos.Na dúvida sobre algo voltar e
conversar com as famílias parceiras para esclarecer. A prática da
investigação-ação nos permite ser autores da nossa realidade
através das nossas práticas concepções e valores, caso contrário,
classes dominantes estarão fazendo a leitura e nos transmitindo como
verdade.As possibilidades estão a nossa volta, cabe a nós aguçar
os olhares a elas para ser agentes da transformação que queremos,
a investigação-ação deve ser um processo vertical, onde todos
ensinam e todos aprendem uns com os outros. É um desafio pois
precisamos entender e reconhecer os limites impostos as praticas
transformadoras para não perderem espaço para as classes
dominantes que querem manter-se na posição de poder.Reconheçamo-nos
então como agentes das mudanças desejadas!
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