18 de jul. de 2013



Olá Minha Gente, vários pontos do texto me chamaram atenção, mas acho desnecessário ficar citando-os porque  as colegas já os citaram, ,mas vou deixar minha contribuição.                        
Nosso papel como educadores tem o objetivo de qualificar a vida do educando não apenas os induzindo a decorar informações sem as  entender e sim provocando-os e convidando-os a fazerem parte da sua educação relacionando o que aprendem com seus conhecimentos, sendo autores da sua educação.                                                                
É de suma importância, o saber popular  que os sujeitos já possuem,  como ponto de partida para iniciar um processo de aprendizagem a partir desses saberes, e isso se tornará importante para o educando pois estaremos fazendo ele sentir  que também tem algo a compartilhar, isso aumenta a estima pessoal.                                                                                       
Eu acredito que os professores tem a missão de fazer com que  o aluno deseje aprender algo, é um desafio, mas temos que ter olhar aguçado para perceber  as necessidades dos educandos, daí a importância de conhecer aluno/escola/família/entorno, e o modo como esse  aluno vive e se relaciona nesses lugares.                                                                                      
Com relação as linguagens, pra mim é algo novo e muito interessante, quero estudar mais a respeito para poder reconhecê-las , valorizar e compreender.                                                          
Outra coisa que me chamou atenção é a diferença entre língua (conjunto de regras e palavras que se combinam) e linguagem(um meio sistemático de expressões, ideias e sentimentos, com uso de marcas, sinais e gestos), é bem definida.                                                 
Então, também  muito interessante que até a forma de a criança brincar, em um ato de prazer, acontecendo como algo desinteressado gera emoções e aprendizados muito importantes na criança. Pude perceber que o desenvolvimento do lado lúdico  proporciona desenvolvimento do potencial de criatividade da criança , relacionando com  suas relações pessoais, o aprendizado acontece sem mesmo  ser percebido.
 

12 de jul. de 2013

Dicas de filmes ótimos sobre educação



 
Todos vistos e aprovados!

Todos os usuários deste site
 
O que pude perceber está escrito  nessa pintura acima,
precisamos aguçar nossos olhos e  ver através da moldura, além das aparências.
É muito gratificante quando conseguimos desmistificar e entender as relações
para que possamos a partir daí construir nossa história,
pois somos os principais atores dela.
É muito gostoso, sentar ao lado dos  funcionários da escola e "ter o poder"
de acender o sonho deles de cursar universidade, de saber  seus sonhos,
de ver seus olhos brilhando e ao final da conversa,
ainda  agradecer e dizerem que voltássemos para "bater um papo". 
A cada dia sinto no meu coração que a pesquisa é a coroa de ouro
do nosso curso de Pedagogia, e me orgulho de estar fazendo parte dessa história, deste presente,
que é um "presente", para minha vida!
Abraço!
Michela Fontoura

28 de jun. de 2013

Sistematização de Experiências

 


Neste Eixo tivemos a oportunidade de aprofundar nossa pesquisa do entorno escolar, observando a organização das famílias e a vivência das suas atividades cotidianas o que produzem, como se relacionam com vizinhos, amigos e familiares. Procuramos entender também o entorno escolar, os aspectos históricos, políticos , econômicos e culturais.
Procuramos dar uma atenção maior às expressões usadas pelos sujeitos comuns ao local que vivem.
Tivemos também a oportunidade de visitar o diretor da escola e a professora da 1ª série a qual consolidamos nossa parceria.
Explicamos que de primeiro momento iremos firmar uma parceria com a família, criaremos esse vínculo de amizade e respeito, e que ainda não entraremos na sala de aula.


Ao pensar em mim para entender o outro, pude dar uma relembrada em minha história de vida, e quando a gente começa a estudar, a ler algo que nos remeta a alguns acontecimentos, faz nos refletir sobre acontecimentos que passaram na nossa vida. Na verdade creio que tudo se repete, não igual mas de forma parecida, os valores, as atitudes, como diz em uma música da Eliz Regina(...) Ainda somos os mesmos e vivemos como nossos pais.”
Podemos não ser iguais, mas refletimos o que aprendemos na nossa infância, acabamos repetindo as vezes não em sua totalidade com nossos filhos determinadas atitudes e acabamos por repetir também atitudes que a gente quando era jovem não suportava, mas que hoje vemos o quanto eram importantes.




Eu queria ser um pássaro
Para voar com liberdade
Para não amar a escravidão
E voar alto
Como andar no chão”
(Michela)


O Mapa do Entorno



Quanto ao contato com as famílias parceiras, é muito gratificante quando conseguimos alcançar nossos objetivos de fortalecer os vínculos, creio que a parceria, deve se tornar algo natural sem perguntas e respostas predefinidas que os assuntos devam fluir livremente a partir do momento que os vínculos se fortalecem, que possamos despertar a curiosidade dos sujeitos, despertar neles o senso crítico e a vontade de mudar sua realidade.
A investigação-ação emancipatória nos permite a liberdade de ser os sujeitos das mudanças que queremos.A educação libertadora só existirá mediante a investigação, a troca de conhecimentos ela é colaborativa, ambos vão a construir juntos.

É importante ressaltar que deve haver confiança e ética nestes relacionamentos, também muita transparência, pois não pode haver investigação-ação sem uma fidelidade ética entre ambos.Na dúvida sobre algo voltar e conversar com as famílias parceiras para esclarecer. A prática da investigação-ação nos permite ser autores da nossa realidade através das nossas práticas concepções e valores, caso contrário, classes dominantes estarão fazendo a leitura e nos transmitindo como verdade.As possibilidades estão a nossa volta, cabe a nós aguçar os olhares a elas para ser agentes da transformação que queremos, a investigação-ação deve ser um processo vertical, onde todos ensinam e todos aprendem uns com os outros. É um desafio pois precisamos entender e reconhecer os limites impostos as praticas transformadoras para não perderem espaço para as classes dominantes que querem manter-se na posição de poder.Reconheçamo-nos então como agentes das mudanças desejadas!